Ligeiramente louco, não muito Fernando, um pouco Pessoa, um cardíaco observador de estrelas.
A besta sadia que procria, em processo de imbecilização voluntária.
Um abajur num quarto escuro e grande.
Fiat lux!
Eu não escrevo, eu falo pelos dedos. E, tendo como interlocutores papel, caneta ou teclado e mouse, sigo conversando.
Vivo fazendo listas de coisas que (nunca) vou fazer.
Construir coisas.
Explodir coisas.
Leio qualquer coisa que nao me leia primeiro. De receita de pudim a bula de remedio.
Sou engenheiro, mas é como se eu não fosse.
O que importa sao as pessoas e os bichos. O resto é adorno.
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