quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ligeiramente louco, não muito Fernando, um pouco Pessoa, um cardíaco observador de estrelas.

A besta sadia que procria, em processo de imbecilização voluntária.
Um abajur num quarto escuro e grande.
Fiat lux!

Eu não escrevo, eu falo pelos dedos. E, tendo como interlocutores papel, caneta ou teclado e mouse, sigo conversando.

Vivo fazendo listas de coisas que (nunca) vou fazer.

Construir coisas. 

Explodir coisas.


Leio qualquer coisa que nao me leia primeiro. De receita de pudim a bula de remedio.

Sou engenheiro, mas é como se eu não fosse.

O que importa sao as pessoas e os bichos. O resto é adorno.

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